Sometimes Brazilian politicians surprise me. Big time. I never expected the brazilian government to open their eyes to the stupidity of their limiting labor laws, but now they came up with an especially good one: Employers can’t ask for more than 6 months of experience.
Now one of the lawyers in the article says that not much will change, just the fact that employers won’t be able to advertise how much experience they want… But still, what kind of country allows this to go through into law? What is the logic behind it? Do they think experience is not important? Or that this somehow will help people looking for jobs? I honestly can’t figure out. Maybe some of my sophisticated lefty friends can help me translate this amazing display of bananaland logic to me.
Is this just pure populism or a sign of incredible high level of ignorance?


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March 17, 2008 at 4:20 am
Emerson
É só populismo barato e eleitoresco para dizer que está fazendo algo pelo jovem. Como aqueles que têm experiência na área certamente colocarão no curriculum, o próximo passo seria proibir que as empresas aceitassem currículos com experiência maior que seis meses e exigir que eles sejam registrados em cartório (ok, ele pode mandar dois currículos, ou então fazer outro mais tarde depois de contratado para por no arquivo da empresa e seguir a lei, mas deixemos essa suposição de lado – junto com o fato de que essa prática poderia vazar, além dos problemas com as datas – e continuemos com a história). Ainda resta o problema da entrevista, onde o candidato poderia falar sobre sua experiência. Como não é possível contratar um olheiro que vá a todas as empresas e em todas as entrevistas para ver se o candidato falou sobre suas experiências anteriores a seis meses, o último passo é introduzir uma legislação impondo que todas as entrevistas sejam gravadas por webcam e mantidas em arquivo nas empresas para possíveis questionamentos legais (ok… poder-se-ia fazer duas entrevistas ao mesmo tempo, uma gravada e outra não, mas os não contratados delatariam o esquema). Outra alternativa seria dar uma inchada no estado e se criar centros de entrevista para emprego – talvez na prefeitura e/ou sub-prefeituras das cidades – onde os candidatos seriam entrevistados pelo empregador e acompanhados durante a entrevista pelo big-brother, eh… pelo fiscal do governo. Na prática, se uma lei como essa realmente viesse a ser seguida na risca, talvez o empregador tivesse que começar a fazer provas (como nos concursos públicos) para ver quem é capaz. Meio orwelliano….